Se EU fosse o governador
Eu investiria em educação. Muita gente fala em construir presídio, reduzir a maioridade penal, mas a saída é investimento em educação e controle de natalidade. É preciso combater a causa, não o efeito.
O serviço social do governo, em parceria com os municípios do estado, precisaria fazer um cadastro das famílias, principalmente as das classes mais baixas, para estipular o número de filhos que o casal gostaria de ter.
Ofereceria condições para que estes casais fizessem o controle de natalidade, como uso de preservativo e outros métodos contraceptivos, além de cirurgias, quando eles atingissem o número de filhos desejado.
Isso não impediria, no entanto, que eles tivessem o direito de ter mais filhos. A gente vê por aí muita gente que pretende ter poucos filhos, mas acaba não conseguindo por falta de apoio e instrução dos órgãos públicos.
A consequência deste controle de natalidade seria o aumento de vagas nas escolas públicas e da oferta de mão-de-obra no futuro. Acredito que em cinco anos esta medida já começaria a dar um resultado concreto. Uma boa estrutura familiar é a base para que a criança cresça com condições dignas, sem ter que traçar o caminho das drogas e da criminalidade.
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