Se EU fosse o governador
Redução de secretarias
Faria uma minuciosa análise das secretarias, eliminando sumariamente aquela que não fosse necessária. Com o secretariado, faríamos um estudo detalhado das prioridades, passaríamos em revista as obras inacabadas e qual seu grau de interesse para o bem-estar da população. Concluído este estudo, elaboraríamos um cronograma para conclusão.
No meu entender, em capitais de Estados não deveria existir prefeitura. Isso gera um conflito de poderes ou poderes em demasia, torrando o dinheiro do contribuinte. Como não me cabe mudar isso, me reuniria com o prefeito e, juntos, delimitaríamos prioridades, sempre buscando o que fosse melhor para o povo.
Manteria em meu secretariado apenas pessoas que estivessem aptas para ocupar seus cargos. Quanto ao campo político, deixaria para meu partido a conscientização de que o nosso trabalho é voltado para o povo e não para promoções pessoais.
Jamais toleraria corrupção, mentiras, promessas vãs etc. Seria um governo austero, como todo bom governante deve empreender. Criaria uma ouvidoria para sentir os anseios do povo e com ele me reuniria periodicamente. Visitaria frequentemente os municípios, para sentir de perto seus anseios e, assim, poder direcionar melhor o meu trabalho.
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