Colocaria em pauta, como governador, as estradas do Paraná. Viajo semanalmente pelas rodovias que cortam o estado e, a exemplo de muitas pessoas, vejo o quão pouco foi feito. Implementaria aqui os modelos de estradas utilizados em São Paulo e em Minas Gerais, onde, por um pedágio no valor de R$ 3, temos estradas duplicadas.
Nas rodovias paranaenses, como por exemplo a que dá acesso a Ourinhos, paga-se um pedágio de R$ 10 e não temos a terceira pista. Não se trata de travar uma guerra contra as praças de pedágio. Trata-se, sim, de conceder autonomia e deixar de ''pegar no pé'' para que elas cumpram o que foi acordado.
Lutaria pela redução nos valores dos pedágios - que hoje são altíssimos - e para pôr fim às estradas maquiadas, sem pontos de ultrapassagem. O pedágio traz segurança, dá proteção e as pessoas se sentem protegidas e vigiadas, o que é interessante. Mas é preciso sempre dar a contrapartida.
Por fim, agilizaria a questão da implantação do gás natural veicular, o GNV. Além das duplicações já citadas, a energia limpa se faz necessária nas rodovias paranaenses, para contribuir na preservação do meio ambiente.

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