Primeiro, direi o que não faria: não pensaria em aumentar meu salário acima dos índices de correção salarial dos demais cidadãos, assim que assumisse meu cargo; não contrataria filhos, esposa, sobrinhos, tios e cônjuges destes para trabalhar em meu gabinete; não usaria minha verba de gabinete para fins particulares; não ficaria pensando tanto em Presidência da Câmara e alianças partidárias e focaria o trabalho no meu eleitor; e, por fim, não faltaria às sessões da Câmara, pois seria um funcionário do povo. Se o cidadão comum que trabalha não pode faltar ao seu trabalho, eu também não poderia.
Já no início de trabalho como deputado, ouviria minha base eleitoral, enfim, meus eleitores, e constataria seus problemas e, em conjunto, tentaria achar soluções que fossem possíveis de se colocar em prática. A partir disso, lutaria para que projetos sociais e econômicos fossem aprovados na minha região e Estado. Tentaria unir projetos da União Federal com projetos do governo do PR, que representaria, e das prefeituras da minha região.
Por derradeiro, nunca me esqueceria de meu povo e de minhas raízes, pois, sem estes, não seria definitivamente nada!

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