Se EU fosse MINISTRO DOS ESPORTES
Criaria projetos voltados para incentivar o esporte amador como um todo, ligando a iniciativa privada a projetos esportivos. A quem apoiasse, minha sugestão seria maiores reduções de impostos e o incremento de incentivos fiscais.
Apoiaria, também, a criação de centros de excelência de várias modalidades, como já ocorre na ginástica, na natação e no judô. Os resultados saltaram aos olhos, no Pan do Rio. Assim, buscaria novos talentos, no sistema em que o futebol seria mais uma opção esportiva. Não a única.
Defenderia uma educação física escolar verdadeira, com mais incentivo aos professores, isto é, fornecendo materiais necessários e, principalmente, um espaço propício para o desenrolar das atividades.
Ligas escolares e a bolsa-atleta, para os alunos que revelassem suas aptidões, seriam minhas apostas. É importante manter os talentos praticando suas atividades sem terem de abandonar os estudos.
Tomaria como exemplo países como Cuba e Rússia, onde o atleta tem sua profissão conhecida e respeitada, uma vez que grande parte dos investimentos estão voltados à seara esportiva.
Cuba, por exemplo, tem dimensões bem menores que o Brasil. E, por conta da política de incentivo adotada, é uma potência olímpica, concorrente diretamente com países desenvolvidos.





