Se EU fosse MINISTRO DOS ESPORTES
Como ministra, colocaria em prática ações que beneficiassem não só os ídolos do esporte, mas que atingissem crianças e adolescentes em todo país. Falo de uma atividade esportiva centrada na cooperação, em vez da competitividade. Do esporte, em que todos possam ser protagonistas e não somente torcedores.
Para isso, as atividades esportivas devem ser conduzidas por profissionais de educação física, tanto nas escolas quanto em comunidades de bairros, no período de contra-turno escolar, como uma forma de integrar pessoas, resolver diferenças, elaborar regras em conjunto e melhorar a qualidade de vida.
Qualquer esporte é bem-vindo, contanto que seja trampolim para construir relações pessoais de respeito e cooperação mútua. Neste caso, os esportes coletivos são mais recomendados. A corrida de rua também é uma boa alternativa, pois nela podemos superar nossas próprias limitações em vez de vencer o outro.
Parece utopia pensar assim em um mundo que valoriza tanto a competitividade, mas alguns projetos privados já têm mostrado como isso é possível. Cito o projeto chamado ''Educação pelo Esporte'', criado pelo Instituto Ayrton Senna, como um exemplo. Eles têm como pilar os valores sugeridos acima e se eu fosse ministra dos esportes seguiria esta linha.





