Assumiria tendo ciência de que hoje há muita coisa a ser modificada. As leis da Embratur, por exemplo, estão muito arcaicas. Qualquer pessoa pode abrir uma agência de viagens sem ter o responsável técnico (profissional autorizado pela Associação Brasileira dos Agentes de Viagens - Abav). Mais de 70% das agências não têm o responsável.
Passamos por outra grande dificuldade: nós, brasileiros, não conhecemos nem mesmo os pontos turísticos de nossa cidade e do Estado onde moramos. Como ministro, daria início a uma campanha com incentivo do governo para a população viajar.
Uma parte desse custo seria bancada pelos estados e municípios e repassada às empresas de transportes, hotéis e restaurantes, com abatimento ou isenção de impostos (ISS, pedágio, entre outros).
Conforme o conhecimento dos roteiros, voltaria os programas à terceira idade. Na Europa e nos EUA, por exemplo, a população acima dos 60 anos é incentivada a viajar na baixa temporada.
Há muito o que ser feito, mas, infelizmente, hoje os ministros que são indicados não são da área, não sabendo nem se portar diante de um problema, como o apagão aéreo. ''Relaxar e gozar'' não é a solução.

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