Se EU fosse MINISTRO DO PLANEJAMANTO
Teria como metas estratégicas o desenvolvimento sustentável, a educação qualificada e regionalizada, de acordo com as diferentes realidades sócio-culturais do país; a saúde; os transportes, estudando viabilizar de médio a longo prazo ferrovias, principalmente para cargas e hidrovias; a construção civil, industrialização e agricultura, como vetores do fortalecimento de um plano para aproveitamento de uma imensa mão-de-obra desempregada. Tudo isso, somado ao nosso potencial de turismo, ainda tão precário e incipiente, mas com grandes condições de desenvolvimento.
Também teria um plano de desenvolvimento, com prioridades para as reformas necessárias ao judiciário, previdência e política.
Outra sugestão seria a imediata implantação do sistema parlamentarista e do voto distrital. Também uma lei obrigando o voto aberto dos parlamentares em todos os níveis. Considero o voto secreto deles algo nocivo, pois não têm o direito de nos omitir nada: são eleitos por nós para nos representar!
Nessa linha, a revisão da ''impunidade'' parlamentar se faz necessária. Também o nosso sistema penitenciário mereceria uma pauta especial. Aí entram segurança e educação, esse talvez o maior desafio: um país sem cultura não vai a lugar algum.





