Se EU fosse MINISTRO DO MEIO AMBIENTE
Cobraria agilidade para implantação da Agenda 21, com ampla divulgação e participação das comunidades. As leis ambientais brasileiras são boas e adequadas. Entretanto, como meio ambiente sempre se depara com política, teríamos que fazer valer o que a ciência prega como verdade, pois muitos governantes, por comodismo, empregam modelos geradores de energia impactantes, como usinas hidrelétricas e geração de energia através da cana de açúcar, afetando a qualidade de vida das populações.
Colocaria em pauta propostas para incentivos fiscais a empresas responsáveis sócio-ambientalmente com enfoque à produção de energia limpa; incentivo ao uso do metano, que polui menos; hidrogênio, que é fonte de energia renovável, inesgotável e não poluente; utilização de energia eólica e solar; incentivo a prefeituras com planos diretores que busquem revitalização do ambiente urbano com preservação de áreas naturais e fundos de vale; tratamento adequado dos efluentes domésticos e industriais, entre outras ações.
Importante também seria o incentivo a casas sustentáveis, o apoio financeiro à agricultura para que utilize menos agrotóxicos e mais agentes naturais no controle de pragas e um programa específico de sustentabilidade para as florestas Amazônica e Atlântica.





