Se EU fosse MINISTRO DO ESPORTE
Ao invés de investir em novos projetos, tentaria otimizar o funcionamento de alguns já existentes. Para o esporte de base, disponibilizaria mais recursos ao projeto ''Segundo Tempo'' (programa federal que prevê realização de atividades esportivas no contra-turno escolar), para melhoria da estrutura, seleção e remuneração dos profissionais envolvidos, além de uma fiscalização mais rígida sobre os núcleos que estão inseridos no programa.
Para aqueles que não cumprissem os objetivos propostos, seus recursos deveriam ser suspensos e encaminhados para outra entidade.
No esporte de alto rendimento, trabalharia para que mais instituições privadas investissem através da Lei de Incentivo, o que garantiria retorno publicitário à empresa e melhores condições para os atletas e modalidades.
Para fortalecer a relação do esporte com educação, adotaria o modelo norte-americano, onde as universidades são as grandes responsáveis pelo desenvolvimento do esporte no âmbito da pesquisa e organização das ligas universitárias, com disponibilidade de bolsa de estudos para quem venha praticar o esporte.
Por fim, o que parece realmente funcionar não apenas no esporte mas em qualquer área de responsabilidade pública não são idéias ''mirabolantes'', mas fazer o simples bem feito, com trabalho, honestidade e ética profissional.





