Se EU fosse MINISTRO DA SAÚDE
Já foi comprovada que a prevenção é muito menos onerosa do que a intervenção. Por isso, faria a distribuição do orçamento visando, em sua maioria, direcionar os recursos a programas de prevenção por regiões.
Funcionaria assim: cada bairro da respectiva região teria equipes multidisciplinares voltadas para esclarecimento, palestras e distribuição de produtos que podem melhorar a qualidade de vida das pessoas e prevenir doenças, como escovas de dentes, pastas fluoretadas, camisinhas, etc.
Seria muito parecido com o programa Saúde da Família, mas com a diferença de ser totalmente preventivo. Por meio da mídia, faria com que a população realmente tivesse consciência dos prejuízos que uma vida sedentária pode levar e, com a propaganda em massa, convencer as pessoas que saúde não é somente a ausência da enfermidade e sim uma condição geral de bem-estar.
Para isso, as pessoas têm de saber que o corpo precisa de manutenção, assim como os automóveis. Ainda faria propagandas mostrando o que um dentista, nutricionista, fisioterapeuta, médico e outros profissionais podem fazer além de curar as doenças e suas sequelas. Mostraria a parte estética relacionada com a saúde de cada pessoa, para o melhor entendimento.





