Se EU fosse MINISTRO DA SAÚDE
Promoveria a melhora do acesso à informação, mostrando como o cidadão pode fazer valer o direito à assistência médica. A desinformação leva a tabus e preconceitos. Todos sabemos que a prevenção é o melhor remédio e a prevenção se faz por meio da informação e da educação.
Felizmente, a informação pode ser compartilhada dentro da própria comunidade por meio do treinamento de agentes de saúde e dos próprios membros da comunidade. Investiria em educação permanente de gestores, profissionais, prestadores e da população.
Faria um pacto para melhorar a Política Nacional de Saúde dos idosos e reduzir a mortalidade por câncer da próstata do colo de útero e mama. Procuraria mecanismos para reduzir as mortalidades infantil e materna, e doenças como dengue, hanseníase, tuberculose, malária e gripe.
Consolidaria o programa Saúde da Família como modelo de atenção básica à saúde do brasileiro. Encararia como prioridade os mecanismos para deixar os doentes em seus locais de origem, como a construção de centros de saúde e postos urbanos de saúde, reduzindo a exportação de doentes.
Por fim, ofereceria salários atraentes para os profissionais de saúde e reequiparia a rede hospitalar.





