Não é de hoje que reina o caos nos serviços públicos de assistência à saúde. O país apresenta sérios problemas quanto à atenção ao paciente, das portas de entrada na saúde pública, os programas de saúde da família e os postos de saúde, passando pelo atendimento municipal e estadual, até o atendimento de complexidade.

Como ministra, minha prioridade seria elaborar um projeto de Estado, independente do governante, que inclua, principalmente, o saneamento básico e a medicina preventiva.

Promoveria, através do aumento de recursos e melhor gestão do dinheiro público, maior investimento na saúde preventiva, que é mais inteligente, barata e adequada, e tem sido negligenciada por nossos governantes.

Estimularia campanhas de comunicação voltadas à promoção da saúde e do bem-estar, no intuito de informar e orientar a população, identificando antecipadamente problemas de saúde e assim promovendo uma melhor qualidade de vida.

Investiria na introdução de novas tecnologias que resultariam em um acelerado avanço nos recursos diagnósticos, terapêuticos e de prevenção à saúde. Ampliaria os serviços à população, investindo em infra-estrutura da rede de atendimento, incluindo ampliação, melhorias, recuperação e novas obras.

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