SE eu fosse MINISTRO DA JUSTIÇA Paula Beatriz Baggio Barros, pecuarista
Rigor
Mandaria aplicar a lei com toda rigorosidade necessária. Pediria aos juízes de todas as instâncias do país que exercessem a lei em toda sua extensão do estado de direito.
Onde o governo é impotente, tende a precipitar-se na anarquia, a impunidade se faz presente, impossibilitando qualquer melhoria sustentável na segurança, na educação, na política e na esfera social.
Para que isto ocorra, melhoraria as condições de trabalho de cada Vara de Justiça, sem me esquecer, ressalte-se aqui, das pequenas cidades, bem como do elevado volume de processos a serem julgados pelos pequenos juízes. Tornaria, assim, as sentenças mais justas e ágeis.
Uma de minhas prioridades seria a mudança da maioridade penal para os 16 anos. Hoje, com o advento da fácil comunicação e informação, o jovem é capaz de escolher o destino da nação e discernir entre o certo e o errado, podendo, assim, ser responsabilizado por seus atos.
Os pais delegam maiores espaços para seus filhos que, com essa liberdade conquistada, têm mais poder de ação. Creio, sim, que esses jovens devem ser cobrados por tudo o que fazem.





