Se EU fosse MINISTRO DA FAZENDA
Determinaria uma prestação de contas à população, que seria obrigatória em todos os níveis de governo. Quanto, na verdade, gastamos em tributos? Ao comprarmos um litro de leite, qual o valor do ICMS embutido? Pagamos sem saber o quanto e nem o que é feito desse dinheiro. A intenção seria, no cargo, promover esse esclarecimento.
Em alguns países, o valor dos impostos é discriminado. O cidadão sabe exatamente com quanto contribui para o Fisco, e a partir daí, pode cobrar do seu governo a reversão desses valores em seu benefício, o que, afinal, é o objetivo da tributação.
A carga tributária brasileira é altíssima, equivalente à praticada em países desenvolvidos. Dessa forma, os serviços públicos aqui oferecidos, como educação, saúde, transporte, deveriam também ser de excelente qualidade, como naqueles países.
Se isso não acontece no Brasil, certamente alguma coisa está errada. Que fim, afinal, têm nossos impostos? Se o Fisco tem a função de arrecadar, também deveria nos informar o que é feito dessa arrecadação. Acredito que a fiscalização e a prestação de contas deveriam ser recíprocas e, como ministra, seguiria essa linha.
Proporia ainda que os impostos sobre produtos essenciais, como alimentos, fossem menores do que aqueles incidentes sobre supérfluos.





