Se EU fosse MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Procuraria desenvolver maneiras de abranger de forma bem mais efetiva a área da educação. Acredito que o governo atualmente faz poucos esforços nesse sentido. É preciso criar fontes e bases para que a educação, em geral, chegue ao seu destino final, isto é, à população.
Já tivemos candidatos e governos que pautaram suas campanhas no mote educacional, mas fato é que a aplicação não é plena. Procuraria pôr fim ao modelo mais fechado de ensino nas escolas nacionais, possibilitando a abrangência.
Em muitos países em que a visão técnica não é a única que norteia o campo de idéias, os resultados têm sido interessantes. Deixaria de lado a lógica apenas de aprovações e me ateria a despertar, nas escolas, o pensamento. Além do incentivo aos professores, promoveria uma busca às crianças que estão fora das escolas, combatendo a evasão escolar.
Incluiria, no currículo, noções da filosofia védica, que centraliza o que há de melhor no ser humano, ao invés da busca pelo material: no modelo que proporia, o sucesso não seria sinônimo de aprovação no vestibular para o curso mais concorrido.





