Se EU fosse MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Primeiramente, dominaria muito bem nossa língua, para evitar, com firmeza, situações às quais assistimos, pondo fim a colocações como ''nós se falamos'', ''rei das tinta'', ''calçados infantil'', ''calças jeans masculino'', ''compra-se cartuchos vazios'', ''procura-se profissionais'' e afins. Até aos padres, eu falaria: ''vamos nos animar'' e não ''vamos se animar''.
Se fosse uma autoridade da área da educação, faria uma mudança radical na estrututura da escola brasileira. Primeiramente, daria ao professor dignidade, respeito e condições para que ele se potencializasse em sua disciplina.
Em segundo lugar, motivaria os alunos a crescerem dentro de disciplinas de um modo geral, permitindo e orientando-os a descobrirem suas respectivas vocações. Reduziria, utilizando o critério da qualidade, o número de escolas superiores.
Incentivaria o crescimento de ONGs que, como o Elos Clube, objetivam a preservação da língua portuguesa. Por último, multaria os autores pelos erros de português publicados nos livros e por todo o ''estrangeirismo'' incluído neles.





