Se EU fosse ministro da cultura
Primeiramente, tentaria apoiar as manifestações culturais da camada mais pobre da população. Em cidades, estados e até mesmo em nosso país, somos muito carentes de projetos no sentido de trazer à tona os regionalismos, que já existem.
Em Londrina, por exemplo, no recente Festival de Música, tivemos o abandono completo por parte do Governo. São iniciativas e idéias muito boas que, a exemplo de Londrina, acontecem em vários pontos do país e não devem ser abandonadas.
Como ministro, ao invés de destinar verba a grandes shows e manifestações pontuais, investiria pesadamente na cultura de base, na população mais carente, trazendo demonstrações que fazem o Brasil ser diferente.
Procuraria focar outros exemplos. O Brasil só é lembrado em termos de cultura quando falamos no Carnaval. Acabou o Carnaval, não se lembra mais de uma música, um repentista, até mesmo manifestações da origem nacional, como capoeira, músicas gaúchas, a cultura popular, em especial musical, que não contam com o apoio do ministério para se expressar.
Apoiar atores medalhões e grandes espetáculos definitivamente não estaria entre minhas prioridades.





