Tentaria desmistificar o tabu que temos quando o assunto é cultura. Procuraria pôr fim à afirmativa de que ''quem faz cultura é uma pessoa acomodada com a realidade do país''.
Para tanto, uma de minhas primeiras ações seria promover campanha de conscientização com objetivo de mostrar que a cultura é vinculada à história do país.
O trabalho seria mostrado e valorizado pelo que de fato é: trabalho. Ser bailarino, por exemplo, é profissão. Trabalhar no circo também é profissão. Com um aditivo, que é o fato de ser entretenimento.
Investiria mais na arte circense. Os circos são pouco lembrados no que se refere a incentivos, bem como o balé. Alguns programas até contemplam a música, mas há muito a ser feito, os talentos são muitos e não revelados.
Também versaria meu trabalho no incentivo ao teatro. Londrina, por exemplo, tem um grupo muito forte. Resgataria o teatro nacional, tanto como atividade quanto na relação com o público.
Em síntese, deixaria para as próximas gestões à frente de tal pasta, divulgação e conhecimento a serviço do país.

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