Se EU fosse MINISTRO DA AGRICULTURA
Em primeiro lugar, considero que o ministro da Agricultura deve ser um agropecuarista com formação empresarial. Criaria uma política agrícola de médio a longo prazo, que garantisse a estabilidade do setor e evitasse as constantes oscilações de mercado.
É preciso criar, ainda, mecanismos que possibilitem ao agropecuarista agregar valor à matéria-prima, melhorando a geração de renda no campo, e também realizar altos investimentos na agroindústria, principalmente nas pequenas e médias empresas.
Estas ações viriam a melhorar a qualidade do produto ofertado no mercado interno e externo, e propiciar maiores dividendos à balança comercial. O Brasil tem que ser visto no futuro como um celeiro de produção de qualidade.
Implementaria um Plano Pecuário, que atenderia aos anseios de toda a cadeia, com investimentos contínuos em setores cruciais da atividade, como a sanidade animal e vegetal.
Desenvolveria um trabalho, também, de coesão com outros ministérios do Governo federal (Fazenda, Planejamento, Educação, Desenvolvimento Agrário, entre outros), para que o setor não fique refém dos interesses de alguns segmentos da economia brasileira e consiga melhorar a sua infra-estrutura.





