Se EU fosse MINISTRO DA AGRICULTURA
Daria maior apoio à classe ruralista, aumentando as linhas de crédito para o pequeno, médio e grande produtor, oferecendo maior estímulo para os produtores investirem em novas tecnologias e, consequentemente, aumentarem sua capacidade de produção.
Daria, também, maior incentivo fiscal para o aumento das exportações, promovendo uma verdadeira política de desenvolvimento do comércio exterior, em substituição às soluções paliativas, possibilitando, dessa forma, melhores condições para os produtores competirem com o mercado internacional. Também incentivaria o mercado interno para o aumento do consumo dos produtos produzidos em nosso país.
Criaria uma aliança mercadológica para a melhoria dos preços dos produtos brasileiros, pagando mais aos produtores, através de incentivo governamental à inovação agropecuária, por meio da ampliação e modernização das estruturas de pesquisa tecnológica e da disponibilização de linhas de financiamento com taxas de juros reduzidas.
Embora seja um dos maiores exportadores de carne e grãos do mundo, o Brasil não consegue bom preço por seus produtos, os lucros acabam se diluindo entre taxas, impostos e intermediários e o produtor rural sai prejudicado.





