O atual governo afirma ter como política a melhoria de vida do trabalhador rural. Ótimo. Para isto acontecer, trabalharia junto ao Ministro da Fazenda e ao Bacen formas para melhorar as condições do crédito rural, cuja taxa de juros seria no máximo 6% ao ano. Os valores liberados por CPF do produtor, hoje extremamente baixos, seriam disponibilizados de acordo com o tamanho da área a ser plantada e a capacidade do agricultor em gerar caixa e saldar anualmente seus compromissos com parte da sua produção.
  Poderia, assim, treinar e remunerar melhor seus colaboradores rurais. É impossível melhorar a vida do trabalhador rural sem viabilizar o negócio do empregador rural. Outra meta: um seguro que garantiria frustrações de safras seria desenvolvido e aplicado. Daria mais atenção à pesquisa agropecuária.
  Contrataria novos pesquisadores e valorizaria os mais antigos e experientes. A aftosa teria meta, com data e hora, para ser extinta do território nacional. Interferiria junto aos órgãos competentes para acabar com o cartel dos frigoríficos, antes que eles acabem com a pecuária nacional. Fomentaria, incentivaria e acompanharia comissões de agricultores e suas entidades, em rodadas de negócios no exterior, para melhorar a comercialização da nossa produção agropecuária.

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