Faria uma política agrícola realmente atuante, consistente e com continuidade, coisa que os governos até hoje não fizeram, pois só lembram da agricultura quando comemoram a colheita das supersafras e as divisas geradas pelo setor.
Inicialmente, uma política consistente de preços mínimos e um seguro agrícola realmente atuante seriam necessários para que o agricultor pudesse desenvolver sua atividade com segurança.
De nada adianta o agricultor produzir e não conseguir escoar a produção. Assim, daria prioridade a um trabalho conjunto com outros ministérios, para desenvolver o transporte fluvial e férreo, tentando depender menos das nossas sofridas rodovias, que também necessitam de uma melhor manutenção.
Outra ação importante seria a reforma da estrutura de alguns portos importantes como de Paranaguá e Rio Grande, e um acordo com outros países da América do Sul, o que permitiria que nossos grãos fossem escoados diretamente pelo Oceano Pacífico.
Também faria uma política específica ao pequeno agricultor, incentivando a sua diversificação agrícola, único caminho viável para a pequena propriedade. E, para finalizar, faria uma reforma agrária séria, baseada em critérios técnicos, com uma definição clara do que é uma propriedade improdutiva, bem diferente dessa reforma agrária populista, lenta e desorganizada de hoje.

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