Estimularia a criação ou o fortalecimento das secretarias municipais de turismo, porque é no município que se identifica, com exatidão, as aptidões e amplitudes turísticas de cada região, podendo trazer às populações locais benefícios amplos, como oportunidade de diversificação e consolidação econômica, geração de empregos, conservação ambiental, valorização da cultura, conservação e/ou recuperação do patrimônio histórico, recuperação da auto-estima, entre outros.
Apoiaria mudanças no sentido de reverter parte da arrecadação de impostos incidentes sobre a cadeia de produção e gestão turística (hotéis, restaurantes, transporte, parques, etc) aos municípios, dotando-os de recursos necessários às políticas de desenvolvimento nessa área. Isso propiciaria para os locais menos favorecidos de atrativos naturais ou históricos as condições de desenvolvimento da indústria do turismo.
A criação de um fundo nacional de desenvolvimento ao turismo ecológico, financiado pela arrecadação decorrente de infrações ambientais, seria a forma de desestimular as atividades poluidoras, revertendo o eixo econômico para um sentido oposto, que, como sabemos em todo o mundo, proporciona um espetacular ganho social e político.

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