Se EU fosse MINISTRA DO PLANEJAMENTO
Minha prioridade seria angariar verbas para a execução de projetos arquitetônicos específicos. Entre as metas estaria, construir praças, escolas, hospitais, ruas e outras benfeitorias, mobiliário urbano, que pudessem ser adequadas às necessidades especiais dos deficientes físicos e idosos, visando o conforto e qualidade de vida.
Nessa linha, proporia a construção de praças, país afora, voltadas ao lazer e à prática esportiva para deficientes físicos. Os espaços voltados aos deficientes não seriam em separado. A intenção, com essas construções, seria promover, a cada dia, a inclusão e o convívio de todos.
Para mim, como arquiteta, o importante é a conscientização de um projeto. Não projetaria apenas tendências construtivas só levando em consideração materiais e estética. Tendências mudam periodicamente, e o que fica é a essência do projeto. Portanto, como ministra, apostaria minhas fichas em projetos duradouros e funcionais, que perdurassem por gerações e gerações.
O belo de nada adianta se não for funcional, útil, para o bem comum. Assim sendo, tudo isso se resumiria em orientar, coordenar, e elaborar um planejamento voltado para assistência social do ser humano.





