Se EU fosse MINISTRA DAS RELAÇÕES EXTERIORES
Procuraria estabelecer políticas públicas internacionais que persuadissem os países não signatários do Protocolo de Quioto a assumirem uma postura mais compromissada com o desenvolvimento sustentável.
Além disso, organizaria reuniões, juntamente com outros países, nas quais organismos internacionais comprometidos com a causa ambiental pudessem expor suas opiniões bem como salientar possíveis soluções para que a emissão de poluentes na atmosfera, rios, mares, solos, etc. fosse reduzida e, assim, teríamos maiores chances de proporcionar às gerações vindouras um mundo habitável.
Ora, é de conhecimento geral que a degradação ambiental, cumulada com a emissão de gases e resíduos tóxicos no meio ambiente, inviabilizará, dentro de não muito tempo, a continuidade da existência humana. Assim, tendo em vista que o Brasil é um país que mantém boas relações diplomáticas, não seria difícil conseguir unir aliados para defender com maior veemência esta causa.
Ademais, utilizaria a competência que o Decreto nº 71.534/72 confere ao ministério das Relações Exteriores da melhor maneira possível, buscando sempre realizar, em nome do país, tratados internacionais que tivessem como objeto não apenas o desenvolvimento sustentável mas, inclusive, aqueles que buscassem a proteção dos direitos humanos, a justiça e a paz no mundo.





