Se EU fosse MINISTRA DA SAÚDE
Iria, de início, analisar a situação da saúde do país a partir dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS); definir diretrizes para a garantia da saúde como um direito fundamental do ser humano e como política de Estado; discutir estratégias que possibilitem a melhoria da saúde da população e defender a abertura de campo de trabalho para novas áreas profissionais em programas governamentais, que seria garantia de melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.
Além disso, em especial, priorizaria a ampliação dos serviços oferecidos pelo Programa de Saúde da Família (PSF), com inclusão de fonoaudiólogos, fisioterapeutas e psicólogos entre os profissionais que atuam nesse programa. Essa inclusão traria grandes benefícios à população, que ficaria longe de filas de hospitais, conforme objetiva o próprio PSF.
Oferecendo às famílias serviços de saúde preventiva e curativa em suas próprias comunidades, o PSF resulta em melhorias importantes nas condições de saúde e qualidade de vida.
Assim sendo, atendendo todas as necessidades sociais de saúde da população, ampliando e garantindo infra-estrutura aos programas governamentais e elaborando novos projetos constitui-se um grande passo para a conquista de qualidade de vida para todos.





