Se EU fosse MINISTRA DA SAÚDE
Defenderia aquilo que trato em minha dissertação de conclusão do mestrado: O estado de perigo e os problemas em relação aos pagamentos das contas hospitalares.
Atualmente, o que vemos, é que, a pessoa estando mal e indo a um hospital do Sistema Único de Saúde (SUS) - geralmente sem condições de atendê-la - é encaminhada a um hospital particular.
Pela Constituição é proibido que tal hospital particular negue atendimento a essa pessoa. Na UTI, por exemplo, uma diária gira em torno de R$ 2 mil, R$ 2,5 mil, dependendo do hospital.
Uma vez recuperada, essa pessoa volta para casa com uma dívida astronômica: os hospitais têm de assegurar tratamento, mas não são casa de filantropia.
Como ministra da saúde, trabalharia por uma melhoria na tabela do SUS, totalmente defasada e irreal, no sentido de que, uma vez ingressando no hospital, tal pessoa tivesse assistência e o hospital não tivesse o prejuízo.
Essa seria uma medida paliativa. Os hospitais deixariam de entrar na Justiça e receberiam do SUS boa parte desses valores. Do jeito que está, não é à toa vemos as Santas Casas, país afora, em estado de falência.





