Faria esforços para que a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) efetivamente fosse gerenciada pelo Ministério da Saúde. Só em 2006, o governo brasileiro arrecadou, com essa contribuição, R$ 39 bilhões, montante que possibilitaria um aumento significativo do saneamento básico em todo o território nacional.
Faria, também, um estudo conjunto entre o Ministério da Saúde, Ministério da Fazenda, Receita Federal e Ministério do Planejamento para desonerar os insumos e equipamentos utilizados na rede hospitalar. Aproveitaria as diversas equipes atuantes em postos aeroportuários, agilizando, em até 72 horas, a liberação de medicamentos essenciais aos programas já existentes, tais como DST/Aids e hepatites.
Solicitaria rigor no cumprimento das normas ambientais quanto ao gerenciamento de resíduos da saúde. Além disso, considerando que as doenças cardiovasculares constituem a principal causa de morte no Brasil, implementaria medidas efetivas para ampliar os programas de combate ao tabagismo e alcoolismo, controle do colesterol e da pressão arterial.
Outra medida nesse sentido seria a criação de equipes com foco no desenvolvimento de atividades físicas em todos os centros de saúde do país.

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