Incentivaria a propagação do Programa de Saúde da Família em mais cidades brasileiras. Nos municípios onde já se está, estimulando o crescimento da área de abrangência do programa para atender o maior número possível de pessoas. Ao mesmo tempo, importante seria estruturar esses postos e qualificar os profissionais que nele trabalham para que este atendimento seja de qualidade e eficaz.
Estimularia o estreitamento das relações com o setor privado e ONGs, a fim de buscar apoio para a realização de campanhas. Aumentaria, ainda, mais os investimentos nos níveis de prevenção, principalmente primário, o que traria melhores resultados para a população em termos de qualidade de vida, e menos custos ao governo, pois diminuiria os gastos com tratamentos, que são muito mais elevados.
Reestruturaria o sistema de execução e fiscalização do SUS, pois na teoria trata-se de um dos melhores sistemas de saúde pública, fazendo com que diminua a burocracia e a distância que separa a população de um atendimento ágil e qualificado. Reorganizaria a distribuição de verbas e fundos a serem investidos nas diferentes áreas de atuação do ministério, diminuindo o desperdício e melhorando o aproveitamento do dinheiro público.

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