Se EU fosse MINISTRA DA JUSTIÇA
Versaria meu trabalho sobre a questão da segurança no país. Hoje, os noticiários e jornais trazem uma situação caótica, que se expande das cidades grandes, as ditas metrópoles, às cidades pequenas, do interior. A violência está aí e é preciso se mobilizar, com ações preventivas.
Além de ouvir o apelo da população, isto é, centrar esforços na melhoria do efetivo, pleiteando e implementando ações voltadas à contratação de novos policiais, seria minha incumbência facilitar o acesso da população à Justiça.
Um exemplo: implementaria em todos os Estados do Brasil a Defensoria Pública. Mesmo sendo competência estadual, Santa Catarina e o Paraná são os únicos que não possuem esse serviço. Com isso, as pessoas carentes que moram nas grandes cidades têm de recorrer às escolas de Direito. Já nos municípios menores, onde não há universidades, a população simplesmente não tem acesso à Justiça.
Implorar por um advogado particular e ser atendido com má vontade seriam realidades que mudaria. Com segurança efetiva e o acesso da população brasileira à Justiça, certamente teríamos um panorama mais promissor, agilidade nos processos e a certeza de que estaríamos a serviço da manutenção e incremento da segurança.





