Traria mais limites à população, trabalhando em conjunto com o ministério da Educação. Muitos casos de violência que vemos hoje acontecem porque se passa a mão na cabeça das pessoas. A situação piora quando se transfere esse sentimento de que quem comete um delito é vítima.
À frente da pasta da Justiça, trabalharia para trazer de volta o conceito de liberdade e não de libertinagem, como vemos atualmente. A minha proposta de união com o ministério da Educação passa pela necessidade de trabalhar a matriz da identidade das crianças, ou seja, a família. A escola não resolve os problemas, é preciso deixar isso claro.
Não se pode mais admitir a política de ''passar a mão na cabeça''. Na condição de ministra da Justiça, criaria mecanismos para também moralizar as classes ''superiores'', com punições maiores, tentando pôr fim ao caos atual.
Como o exemplo vem de cima, acredito que a regra deveria ser a mesma para todos. Senadores, deputados, ministros, juízes e desembargadores, volta e meia noticiados como protagonistas de escândalos, teriam tratamento igual àquele dispensado aos demais cidadãos. Não se pode exigir nada se não tivermos um exemplo.

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