Deixaria a situação da população um pouco mais simples, de uma maneira mais sucinta de analisar e viver. Um exemplo: se uma funcionária de uma empresa recebe o salário uma vez por mês, por que não pagar os impostos uma vez somente também? Como ministra da Fazenda, criaria o imposto único, que viria ao encontro da realidade nacional.
Desta maneira, estenderia tal ação para as empresas, que, a exemplo dos cidadãos, pagariam o imposto único. Os recursos, por sua vez, seriam distribuídos de forma percentual para as áreas da saúde e educação, por exemplo.
Pelos valores que pagamos, deveríamos ter saúde gratuita. Porém, temos de ter um plano médico particular. No que se refere aos estudos, a mesma coisa: nossos filhos têm que estudar em colégios particulares. E assim por diante.
Considerando o Brasil um país que de uma maneira geral está em pleno desenvolvimento, procuraria criar e incutir nos governantes idéias e projetos claros e honestos. A Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), por exemplo, seria temporária. Passaram-se 10 anos e, na verdade, o imposto, que teria recursos voltados para a saúde, continua aí, sem resultados práticos.

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