Se EU fosse MINISTRA DA EDUCAÇÃO
Tentaria algo diferente. Começaria valorizando o bem maior da educação: o professor. Na Espanha, 80% dos professores estão estressados. Na Inglaterra, o governo tem dificuldade de formar educadores, porque poucos querem essa profissão. No Brasil, 92% dos professores estão com três ou mais sintomas de estresse (Cury, 2003): destruíram a qualidade de vida desses profissionais.
Investiria na formação continuada dos nossos mestres: cursos de aperfeiçoamento e aprimoramento. Com isso, colocaria boas ferramentas de trabalho em suas mãos. Mas, iria além, investiria no âmago da alma do mestre: na sua auto-estima, que por sua vez refletiria em alunos mais bem preparados, pois professores preparados profissional e emocionalmente educam para a vida.
Não me conformaria com o quadro que vemos hoje estampado para quem quiser ver, a educação em nosso país é uma das piores do mundo. Um povo sem cultura esquece rápido as mazelas que assolam o país.
Não me conformaria com nada disso, mas antes levantaria as cabeças caídas e os olhos cansados de nossos professores, os tomaria pela mão. Procuraria transformar o entendimento do que é ser um mestre, estar na linha de frente da educação.





