Se EU fosse MINISTRA DA EDUCAÇÃO
Primeiramente estabeleceria um plano para desenvolver a qualidade e excelência do ensino no Brasil. Portanto, trabalharia em três frentes: Ensino Infantil e Fundamental, Médio e Superior. O foco do Ensino Infantil e Fundamental seria o de aumentar a permanência do aluno na escola, oferecendo um ensino em período integral, onde o aluno teria acesso à educação básica e cursos de extensão como, por exemplo, esporte, idiomas, artes, etc.
Num segundo momento, no ensino médio, o aluno teria que optar por uma educação profissionalizante - oferecendo uma mão de obra qualificada para o mercado de trabalho ou por uma formação superior onde o aluno teria acesso livre a Centros de Excelências de Pesquisa e Extensão. Ou seja, o seu ingresso a uma Instituição de Ensino Superior seria o da meritocracia.
Por último, tentaria minimizar a distorções na forma como o governo investe em educação. Se o país quiser realmente se preparar para entrar no mercado Global e universalizar o ensino de qualidade, terá que inverter as prioridades e investir mais no ensino básico e acabar com a Universidade 100% gratuita. Poucos países ainda mantêm universidades públicas a custo zero. Professores deixariam de ter estabilidade e passariam a ser remunerados, promovidos e demitidos de acordo com a qualidade do trabalho desenvolvido.





