Se EU fosse MINISTRA DA EDUCAÇÃO
Como ministra da Educação, iria, de início, preocupar-me com a qualidade da formação do professor. Além de ter acesso a um ensino que lhe passasse conteúdos específicos e sólidos, o professor seria incentivado a ser reflexivo.
O professor é um eterno aprendiz, pois o mundo de hoje exige que todos estejamos continuamente abertos a diversos saberes, sobretudo o educador, cujo papel é ensinar.
Nas políticas voltadas aos professores, desenvolveria, também, um plano de carreira e remuneração que o valorizasse e o permitisse dedicar-se ao ensino com comprometimento e tranquilidade.
Feito isso, focaria no principal: o aluno. Preocuparia-me em fazer com que o estudante fosse respeitado em sua individualidade e que fosse sempre o sujeito da ação educativa, ativo e participante de forma que a escola lhe fosse prazerosa.
Trabalharia para que todos, sejam eles crianças, jovens ou adultos, se interassem de conhecimentos de tecnologia, informática e línguas estrangeiras, como o inglês, saberes fundamentais para qualquer pessoa ser realmente incluída nesta era, a era da informação.





