Se EU fosse MINISTRA DA EDUCAÇÃO
Priorizaria, de fato, toda a metodologia de ensino do país, tratando de forma mais séria a questão educacional em si. Hoje, se analisarmos a esfera da educação, percebemos que ela é tratada com certo desleixo.
Promoveria a metodologia baseada em pesquisas de Piaget, que estudou a evolução do pensamento procurando entender os mecanismos mentais que o indivíduo utiliza para captar o mundo.
Traria professores de artes para o ensino fundamental; implementaria, de vez, a educação física em muitas escolas - que ainda não têm - e, principalmente, mudaria o campo da alfabetização.
Atualmente, muitas das escolas brasileiras lançam mão do método global. Esse tipo de alfabetização não traz para a criança a clareza daquilo que tem que ser aprendido, acarretando muitas dificuldades de aprendizado. Ao investirmos nesse método, não trazemos às crianças a consciência fonológica.
Partindo disso, como ministra, investiria nessa nova forma de metodologia aplicada, que viria pautada, além do ensino pleno, nas consciências fono-viso-articulatórias, priorizando, assim, essa educação de base, não somente o rendimento.





