Se EU fosse MINISTRA DA EDUCAÇÃO
Nosso país trabalha sempre com propostas educacionais que são cópias de propostas de países desenvolvidos, o que é totalmente inadequado à nossa realidade.
Como ministra da Educação, procuraria elaborar uma proposta educacional genuinamente brasileira e que respeitasse as diferenças regionais de um país com dimensões continentais.
Investiria de forma intensa na capacitação de professores, melhorando, assim, sua atuação em sala de aula dando prioridade à educação infantil e ensino fundamental - séries iniciais, que é a base de tudo.
A questão salarial também seria revista. Um professor não deveria trabalhar 40 horas semanais (ou mais) em duas ou três escolas diferentes para poder sobreviver. À frente do ministério da Educação, faria alguns ajustes orçamentários para remunerar melhor os professores.
A partir de então, acredito que os professores teriam mais tempo para preparar melhor suas aulas, conhecer seus alunos e ter dedicação exclusiva a apenas um estabelecimento de ensino.





