Se EU fosse MINISTRA DA EDUCAÇÃO
Priorizaria a educação básica, fazendo constar em cada disciplina temas que abrangessem noções de ética, moral e cidadania. Por exemplo: nas aulas de matemática, o aluno aprenderia que ao receber o troco a mais, deveria devolver a diferença; em biologia, seria orientado a reciclar o lixo; e assim por diante.
Tal prática já é adotada em algumas escolas particulares, porém a institucionalização obrigaria a todas a adotarem o sistema, inclusive e principalmente as escolas públicas.
Ainda que se diga que tais orientações devam ser repassadas pela família, não se pode deixar de reconhecer que referidos valores, até por uma questão de ignorância, inerente aos países em desenvolvimento, não são discutidos ou praticados na maioria das famílias, notadamente nas de menor poder aquisitivo.
Não é novidade que a sociedade passa por uma crise de valores, em que o ter sobrepõe-se ao ser, as empresas não medem consequências ao perseguirem o lucro, a ciência ignora todos os limites.
Disso resulta que nossas crianças e adolescentes crescem sob a influência desse processo, tornando-se adultos que reproduzirão esse comportamento. Tal proposta contribuiria para formar cidadãos dignos e conscientes, multiplicadores de valores positivos.





