Se EU fosse MINISTRA DA EDUCAÇÃO
Investiria, de pronto, na formação de professores, dado o baixo nível dos resultados das avaliações nacionais e internacionais, tais como Prova Brasil, Pisa, Enem e Enade. Esse investimento abrangeria todos os níveis escolares, ou seja, fundamental, médio e superior.
Há uma grande necessidade de se valorizar os professores mais competentes e com maior comprometimento nas causas educacionais, isto é, com o próprio aluno.
Dessa forma, adotaria o modelo desenvolvido pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg. O modelo nova-iorquino aplicado ao Brasil funcionaria assim: por um período de três anos, os professores seriam testados e preparados, priorizando, em si, a causa educacional.
Após essa espécie de laboratório para os professores, inseriria aqueles que obtiveram melhores índices nas escolas, no comando do ensino, seja ele voltado ao rico ou ao pobre.
Em Nova York, ficou comprovado que os índices de evasão escolar diminuíram, o envolvimento de alunos e professores só cresceu e a dedicação à causa tornou-se primordial. Não teria porque não funcionar no Brasil.





