Se EU fosse MINISTRA DA EDUCAÇÃO
Mudaria a atual estrutura curricular da educação básica. Basta estar em contato com alunos e professores para identificar o volume de conteúdo que é trabalhado nas escolas e o pouco que é aprendido. Embora a sociedade tenha mudado ao longo dos anos, percebemos que a escola continua a mesma. Há a necessidade de se repensar um novo modelo curricular que vá ao encontro desse novo modelo de sociedade.
Também estabeleceria critérios mais rígidos no que diz respeito à formação de professores. Hoje temos formação de professores em curto prazo, onde são pincelados conteúdos mínimos relativos à sua área.
Sancionaria uma lei em que todas as instituições de ensino que trabalhassem com a formação de professores tivessem que se adequar a uma estrutura curricular bem mais complexa do que a que nos deparamos, com um mínimo de quatro anos de formação.
Além disso, estimularia a formação continuada do professor em serviço, com avaliações frequentes desse profissional, ou seja, mais do que a apresentação de certificados, a avaliação desse profissional seria uma constante para se pensar em plano de carreira.





