Se EU fosse MINISTRA DA EDUCAÇÃO
Se eu fosse ministra da educação, numa primeira etapa elaboraria um planejamento com o objetivo de moralizar as instituições de ensino, principalmente as faculdades.
Atualmente e com todo respeito às instituições sérias, o que temos são fábricas de diplomas que estimulam a competição de vagas, mas não priorizam o fundamental: a prática da profissão, pois a teoria sozinha não desenvolve nem abre muitos horizontes.
Os jovens e até mesmo as pessoas mais maduras estão ficando cada vez mais obcecados em ter um diploma e se sacrificam em trabalhos que nada têm a ver com o que estão estudando para pagar as instituições. Muitas vezes, obtêm um diploma sem nunca terem atuado no ramo em que se formaram.
Numa segunda etapa, tentaria viabilizar verbas para aumentar o número de universidades estaduais e federais, com o objetivo de os estudantes praticarem a profissão durante o período de aprendizado, vivenciando o dia-a-dia do futuro que escolheram, ao invés de se sacrificarem financeiramente por um sonho.





