Educação num país é tudo. Em países como o Japão, por exemplo, os professores são reverenciados. No Brasil, acredito, falta investir em escolas e nos profissionais da educação.

Não é dando cestas básicas para as famílias ou concedendo vales que faremos essas crianças gostarem de ir à escola. A criança deve ir à escola porque gosta. A escola investe na escola; o pai, investe na escola; mas, e o aluno?

Está na hora de promovermos uma mudança no modelo atual. Se fosse ministra da educação, proporia o fim do sistema de notas. É triste ver um aluno que, por exemplo, toca violino bem, descobriu sua aptidão, mas que é reprovado por não ter bom desempenho em matemática.

Apóio, sim, as noções básicas e essenciais de todas as matérias, mas com um sistema diferente, em que desde cedo valorizássemos as habilidades individuais. Esporte, lazer, plantio de árvores, manutenção de uma horta, entre outras atividades, fariam parte do cotidiano dessas crianças, que, com a escola que gostam, passariam a investir seu tempo no aprendizado.

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