SE EU FOSSE MINISTRA DA ECONOMIA
Mudaria a política econômica, adotando instrumentos capazes de fazer o país crescer efetivamente. A primeira medida seria a desoneração de impostos para o setor produtivo, principalmente as médio e pequenas empresas, que representam 92% do total existente no país. Elas são a parte saudável da economia brasileira, gerando emprego e renda, mas precisam ter carga tributária menor para expandir os negócios.
Claro que essa medida resultaria em problemas políticos, outro setores da economia iriam brigar. Mas é importante ter um foco de atuação nesta área.
Essas pequenas empresas abrem e fecham rapidamente, desperdiçando postos de trabalho, e isso acaba resultando em um círculo vicioso: falta oportunidade, o problema acaba na violência.
Outra saída seria baixar a taxa de juros, com o objetivo de aumentar a produção industrial, gerando renda e excedente para exportação, não só abastecendo o mercado interno.
O setor bancário, que vem obtendo lucros significativos nos últimos anos, com certeza vai reclamar. Mas o benefício coletivo deve prevalecer, e a população não pode arcar com o ônus das instituições bancárias.





