Se EU fosse MINISTRA DA DEFESA
Levando-se em conta o atual momento, em que precisaram morrer 200 pessoas num acidente aéreo para haver alguma mobilização, minha primeira atitude seria esclarecer deveres e obrigações de cada parte. De nada adianta, como vemos no atual momento, o ministro chamar a responsabilidade para si. Fico temerosa ao ver isso.
Tomaria para mim essa responsabilidade de apresentar muito bem os papéis e responsabilidades, envolvendo desde o piloto até o presidente da República. No atual ''faz-se o que quer'', libera-se a pista antes do tempo, há o congestionamento nos aeroportos, entre outros fatos.
Diante da tragédia, já que chegamos a esse ponto, melhoraria a questão dos serviços. Jamais permitiria a forma de intimidação promovida pelas companhias aéreas cada vez que se sentem intimidadas com as reclamações por parte dos usuários. Bastou falar-se em mudanças, a palavra ''reajuste'' nas tarifas já ecoa.
Ora, uma vez que temos o direito de escolha, trabalharia por uma relação de equidade entre público e companhias, com todos tendo liberdade para falar. Lamento que a Varig tenha falido e, como ministra, defenderia que o governo incentivasse o surgimento de novas companhias. O consumidor quer - e precisa - de alternativas.





