Se EU fosse MINISTRA DA CULTURA
Primeiramente tenho a certeza de que não é tarefa das mais fáceis administrar tal área. Jamais me imaginei à frente do Ministério da Cultura. De qualquer forma, como ministra pensaria num projeto que visasse espalhar as manifestações país afora.
Oficinas, trabalhos que não focassem somente talentos, mas também desenvolvessem, em cada cidadão, aptidões para as mais varidas formas de arte, estariam em meus planos.
A missão é complexa, mas há muito o que ser explorado. O Brasil é um país rico, tanto em história quanto na diversidade de sua população: do Carnaval às manifestações no Norte, Nordeste, necessário é contemplar o que já temos, também, como riqueza e patrimônio das últimas décadas e séculos.
Assim sendo, teríamos uma nova geração com maior acesso à cultura, da TV ao teatro, do cinema à manifestação de rua, com ações mais focadas no geral: Criatividade e boas idéias caminhariam juntas, nas ações propostas. Seria tradição e inovação respeitadas em sua essência.





