Acredito que a cultura de um país é sua história. Partindo deste ponto, apostaria em nosso folclore e festas populares, para que estes se tornassem uma forma de inclusão social, como já é feito em algumas comunidades, só que em âmbito nacional.
Minha aposta seria no sentido de que, em cada uma das escolas do Brasil, houvesse aulas de folclore, tradições regionais e cultura popular. Tais aulas serviriam para aumentar o conhecimento sobre nossas raízes.
Os festivais de arte, dança, música e teatro já existentes no país teriam projetos e incentivo para que lhes fossem assegurados suas futuras edições.
Com isso, evitaríamos a sensação de abandono, com a recusa na última hora do repasse de verbas prometidas, assim como aconteceu com o Festival de Teatro de nossa cidade, que há 39 anos presenteia o interior do Estado, com arte e cultura.
Em minha gestão, as empresas teriam maior incentivo fiscal para que pudessem se comprometer cada vez mais com tais eventos. Proporia que os ministérios da Educação, Esporte e Cultura trabalhassem juntos em todos os projetos, já que as três áreas são complementares. Assim sendo, as ações e benefícios para os cidadãos seriam mais abrangentes e, acredito, até mais eficazes.

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