Se EU fosse MINISTRA DA CULTURA
Ser ministra da cultura num país em que as pessoas têm suas necessidades básicas atendidas é uma coisa. Em se tratando de Brasil, teria que estar conectada a outros ministros.
Começaria valorizando quem realmente merece, concedendo salário digno aos professores, pois a cultura começa nos bancos escolares: quem é culto, sabe opinar, votar e exigir seus direitos. Partindo daí, teremos mais emprego, saúde e dignidade.
Resolvidos estes problemas, poderíamos então fazer planos e projetos para a cultura propriamente dita. Incluiria no currículo escolar as artes plásticas, com história das artes e conhecimento de todas as técnicas, tais como gravuras, pintura, desenho e escultura, entre outros tópicos.
A iniciação musical, com a introdução da história da música seria outra de minhas apostas. Posteriormente, o aluno poderia manusear todos os instrumentos.
No campo da literatura, a história da literatura seria ensinada de forma que promovesse a afinidade de cada criança com o assunto. Por fim, canalizaria recursos para projetos culturais de nosso país, valorizando o talento de nossos artistas.





