Se EU fosse JUÍZA
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Justiça e sociedade 
Ficaria bem atenta no que se refere às ações civis públicas que são propostas pelo Ministério Público, ou seja, os inquéritos civis que apuram as irregularidades nas administrações, tais como o desvio de verbas e casos de corrupção em geral.
Teria incutida, também, minha visão de cidadã em relação, em especial, ao Senado federal, tomando atitudes pontuais para que, por via do trabalho da Justiça, tenhamos a tão sonhada moralização do sistema.
Outro adianto, no papel de juíza, seria seguir à risca o incentivo proposto pelo Conselho Nacional de Justiça, fazendo trabalhos junto à sociedade. Considero esse contato direto com o sistema educacional mais que válido, diminuindo a distância entre os meios com o uso de cartilhas e didáticas.
Com essa aproximação com a sociedade, creio que reduziríamos a não-compreensão, por parte de muitos, dos escândalos que se sucedem: é preciso não se encarar com naturalidade as situações de violência e desmandos, como acontece atualmente.
Esse contato é válido, pode e deve ser feito. Como juíza, nesse aspecto, enfocaria o que pode ser feito e o que a categoria representa. Magistrados e promotores têm, também, que desenvolver esse lado social.


