Combate ao tráfico

Investiria em efetivo policial em dez postos rodoviários estratégicos nas fronteiras do Estado, com o intuito de combater o tráfico de drogas por intermédio da polícia rodoviária. Equipes de 15 policiais por turno formariam barreira para fiscalizar todos os veículos que passassem por lá, nas 24 horas do dia, além de continuar efetuando o patrulhamento e atendimento a acidentes.
Essa medida contribuiria para bloquear a entrada de drogas como maconha e cocaína, fechando rotas de tráfico rodoviário. Além dos entorpecentes, a fiscalização ainda possibilitaria apreensão de armas e outros contrabandos.
Cada posto contaria também com câmeras filmadoras, radares e cães farejadores, para ajudar na identificação e apreensão. Assim, em caso de apreensões na fronteira com São Paulo, seria possível identificar a rota dessa mercadoria. Barrar a entrada das drogas no Estado facilitaria, inclusive, o trabalho das unidades antitóxico, já que é mais fácil apreender 1 kg de cocaína em um caminhão do que centenas de papelotes pulverizados nas cidades.
A médio prazo, essas medidas ajudariam a reduzir os índices de criminalidade nos centros urbanos. Mas, para tanto, é preciso também haver políticas públicas de ressocialização e tratamento dos viciados.

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